Post em manifesto ao sono
O ato de dormir em si é uma coisa bem simples: O corpo relaxa, a temperatura do corpo muda, o metabolismo basal entra em ação. Mas porque conseguir dormir é tão complicado?
Eu tenho sérios problemas para dormir. Só consigo dormir nas horas inapropriadas. Por exemplo: Na escola eu tirava os coxilos mais profundos; Na sala de espera do consultório médico; Quando está passando algum filme interessante na televisão… Mas na hora que eu deito a cabeça no travesseiro, é como se João Pestana falasse “Aff, cansei, vou ali jogar um futibinha”. Em consequência, fico horas e horas rolando na cama, abraçando o travesseiro e segurando a coberta entre as coxas.
Um exemplo básico dessas duas situações pode ser o ocorrido no sábado. Eu precisava acordar cedo no domingo, então pensei “Vou assistir ao movie ‘The End of Evangelion’ pra ficar com sono e dormir bem”. Ao assistir o filme, meus olhos foram ficando mais quentinhos, o corpo mole… Pesquei. Então virei pro lado, e só o ato em si ja me despertou. Então lembrei da minha mãe dizendo “Quando tiver sem sono, reza, que o espírito santo vai te acalmando, e quando você menos esperar, já vai ter dormido”. Sem querer criticar nenhuma religião…Mas… é impressão a minha ou minha mãe simplesmente chamou o espirito santo de “Anjo entediante que chega com o hábito de praticar uma oração mais entediante ainda pra te fazer dormir”?
OMFG! Agora que eu fui pensar nisso! O Espirito Santo é o João Pestana?!
Em honra ao post sobre insonia, vou postar um clipe do The Cure, que mostra bem como eu me sinto nessa situação. Claro que, tirando a parte da teia de aranha, do “Spider Man me ter pro jantar” e a cama me fofando e me engolindo.
Senhoras e senhores (ou pedófilos,estupradores, maníacos, voyeus, workaholics, travestis, etc), apresento-lhes, The Cure – Lullaby.
Só queria deixar uma coisa bem clara… Estou morrendo de sono, e não vou coxilar agora pra tentar dormir a noite.
Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus… Alguem da Terra por aí?
Toda noite, antes de dormir, independente do fato de estar morrendo de sono ou não, eu leio alguma coisa. Faço isso por necessidade, então talvez seja esse meu vício. De toda forma, ao terminar “O Dia do Curinga” (Mesmo escritor de “O Mundo de Sophia”), fiquei totalmente desamparada ao ver que não tinha preparado nenhum outro livro para ler. Geralmente eu pego algum da Marian Keyes para reler, mas como não tem muito tempo desde que eu li o “Los Angeles” (Ultimo publicado na bosta do Brasil), achei melhor pegar outra coisa. Então recorri a “Bridget Jones: No Limite da Razão”, da Helen FIelding, livro este que eu li quando estava no 8ª série e levava para a sala de aula. Engraçado que até encontrei trechos que eu mesma sublinhei no livro para disfarçar o fato de estar lendo outra coisa durante a aula. Ou seja: A Professora dizia “Sublinhem tal parte em tal livro”, e eu sublinhava no meu, pra não dar na cara que eu era a unica a não sublinhar.
Voltando ao assunto… ao começar a reler, lembrei do que me irritou tanto nesse livro: As personagens principais (mulheres solteironas com mais de 35 anos que entendem sobre homens tanto quanto uma unha encravada entende sobre floricultura) têm como regras tudo o que é ditado por livros de auto-ajuda. Por exemplo: Ocorreu um mal entendido gigante (e planejado por terceiros) entre Bridget Jones e o namorado dela, o Mark Darcy. Eles foram convidados a passar um fim de semana na casa da Rebecca, que é uma das “amigas” falsas da Bridget,e dá encima descaradamente do Mark. Chegando lá, a Rebecca toda hora colocava a Bridget para conversar com outros homens, e ficava puxando o Mark toda pra mostrar a casa ou ajudar em alguma coisa. Daí a Bridget fica amiga do sobrinho da Rebecca, que extremamente bêbado, vai pra cima dela. E é OBVIO que a Rebecca tinha que aparecer com o Mark bem na hora na sala. Aí quando a Bridget pergunta pro cara porque ele fez isso, ele diz “Mas… a Rebecca me disse que você gostou de mim, que não tinha coragem de tomar a iniciativa e que o Mark disse pra ela que vocês estão em processo de rompimento”.
Ou seja: Ao invés de simplesmente contar tudo isso pro Mark, ela fica calada, em casa, esperando ele telefonar (isso porque as amigas não deixam ela telefonar). Então, recorrem a livros de auto-ajudam, que afirmam que o homem é um “elástico marciano”, ou seja, ele vai e volta quando bem entender, e que “Quanto mais um homem gosta da mulher,mais ele vai evitar se envolver com ela” (isso segundo Marte e Vênus em Namoro). Daí quando finalmente o Mark liga pra tentar conversar sobre o assunto, a Bridget o esnoba, numa tentativa de mostrar que não tá nem aí, que é superior (o livro disso que os homens só respeitam as mulheres inalcançáveis). Resultado: Eles terminam e o Mark dorme com a Rebecca. E a Bridget passa o resto dos dias se perguntando porque ela tratou ele assim.
Cara, sério… Pra que tudo isso? Pra quê tantos joguinhos, se uma simples conversa iria economizar tempo e energia? Tudo isso só pra afimar uma postura do tipo “Homens são os caçadores, enquanto as mulheres ficam em casa esperando a boa vontade alheia”? E será que pelo menos alguem não poderia lançar um livro de auto-ajuda do tipo “Como resolver as coisas na hora“, ou “Conversando com a pessoa que você gosta“, ou até mesmo “Diga não: Um guia para evitar livros de auto-ajuda em 5 passos” ? Porque fala sério… vi um livro que chama “Como agradar o seu homem divorciado“. Dá pra ser mais específico que isso?
Agora mudando um pouco desse assunto besta… Ví hoje um clipe que me instigou um pouco. É da música do Queens of The Stone Age – No One Knows. O título já me intrigou um pouco, pois me pareceu uma referência de outra música deles, que chama The Lost Art of Keeping a Secret, cujo refrão prega: “Whatever you do, don’t tell anyone” (Faça o que for, não conte a ninguem). Enfim, no clipe mostra os caras da banda (incluindo o Dave Growl, vocalista do Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana) dirigindo um carro na estrada, de noite, quando acontece aquela cena super clichê de filme de suspense/terror/que merda: Brota um veado (sim, macho da corsa) na estrada, e eles o atropelam. Nos filmes, geralmente quando eles vão ver o veado, ou descobrem um cara no lugar, ou um cara suspeito entra no carro e ninguem vê, ou não tem ninguem no lugar, e eles vão procurar o veado e blablabla. No clipe, o veado levanta, dá porrada em todo mundo e amarra o vocalista no carro. Ou seja: FINALMENTE, o próprio veado é o vilão! Nada de pessoas feias com ganchos no lugar de partes do corpo decepadas!
Quem quiser conferir, eis o link do youtube.
Artigo?
Olhando bem, parece mesmo que o blog é baseado em artigos. Será que preciso seguir as normas da APA?
Iniciando o blog cujo projeto teve inicio a algumas semanas… O problema foi conseguir um site pra hospedá-lo.
Me disseram que eu o WordPress era mais simples, então decidi olhar.
A idéia inicial era ter um blog chamado “Histeria”. Mas já tinha dono… Então pensei… “Histeria” me lembra a música do Queen, Slightly Mad. Na música, uma hora ele diz “I think I’m a banana tree”. Então tentei colocar “BananaTree”. Tinha dono. Então tentei “NotInThePink” (trecho também sugerido pelo Freddie Mercury). Já tinha dono também. Então pensei “Pink é ruim… mas blue é bom!” e tentei “NotInTheBlue”. Mas pensei… “Eu estou in the blue sim!”, e imeditamente a idéia de colocar “Blue Meanies” me acertou como o Cosmo (Padrinhos Mágicos) acertando o mata-moscas na cara do Timmy Turner.
Para quem não assistiu “Yellow Submarine”, Blue Meanies são criaturas azuis e malvadas.
Enfim, férias acabando, possibilidade de uma viagem para Caldas Novas no fim de semana. E é óbvio que, acompanhada de uma coisa boa, tem que aparecer alguma coisa ruim. Veja bem: Seguindo a lei da “Troca Equivalente”, você precisa dar uma coisa para ganhar outra. Dessa forma, ao ficar feliz com a viagem, tive que pagar um preço pela ansiedade. E é claro, que só poderia ser, uma crise de amigdalite.
(Nota mental: E as pessoas ainda não conseguem entender porque eu sou tão apática).
Mudando de assunto, no domingo eu consegui assistir o nome filme em que o Batman apareceu. Sim, apareceu,
porque quem roubou a cena mesmo foi o Coringa (Apesar de alguns dizerem que o “Duas Caras” roubou a cena do Coringa). O filme é ótimo. Pode entrar no seu “top 5″ pessoal de melhores filmes assistidos. Não sabe o que é um “Top 5″? É aquele lugar oculto do seu cérebro onde você guarda informações de filmes como “Laranja Mecânica” e “Clube da Luta”. O filme é super intenso e longo, a ponto de você parar uma hora e se perguntar “Ah não, o filme já deve tá acabando, será que vai continuar na sequência?”.
Tudo bem que não mostra a origem do Coringa… Quer dizer, mais ou menos né. Mostrando ele aparecendo pela primeira vez e pronto. Mas quem tiver interesse em conhecer aonde tudo começou, segue abaixo o link do Comic “Batman: A Piada Mortal”.